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AOS TRABALHADORES DOS EDITORES E LIVREIROS
Editores e Livreiros querem acabar com o Contrato Colectivo de Trabalho que garante direitos aos Trabalhadores
Dirigentes, Delegados e Activistas do CESP participam, no passado dia 15 de Maio, numa acção de denúncia junto dos visitantes da Feira do Livro em Lisboa.
O objectivo da denúncia, tem por base a posição da Associação patronal do sector (APEL), que depois de anos e anos a adiar reuniões e a arranjar desculpas "esfarrapadas" para não acordar actualizações salariais, vem insistindo em fazer caducar o CCT em vigor, liquidando os direitos dos trabalhadores e abrindo caminho à aplicação das normas mais gravosas do Código do Trabalho.
A ser conseguida essa pretensão patronal significaria:
- horários de 12 horas por dia e 60 horas semanais, sem qualquer pagamento adicional;
- redução do descanso semanal para apenas um dia;
- transferências de funções e de local de trabalho conforme vontade das empresas, e
- redução das diuturnidades, promoções e categorias profissionais, entre outras matérias igualmente graves e penalizadoras de quem trabalha neste sector de actividade.
Os activistas do CESP sensibilizaram os visitantes daquele certame, solicitando a solidariedade destes e apelando à tomada de posição contra esta associação patronal e seus principais dirigentes.
Fotografias da acção de denúncia na Feira do Livro de Lisboa
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