Nos plenários realizados a 20 de Maio e 1 de Junho, nos Paços do Concelho, demonstrámos força e união. Até ao momento, continuamos a assistir a um desrespeito contínuo pelos nossos direitos tanto pelo Conselho de Administração da EMEL, como pela a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que mantêm um silêncio inaceitável e não apresentaram nenhuma proposta séria de aumento salarial!